Suzane G. Frutuoso

Afeto, graça e delicadeza acompanham os gestos e as palavras da coach Juliana De Mari. Todo esse colorido que ela coloca nas conversas com suas coachees e nos textos que escreve transformou sua marca, a Prosa Coaching, no melhor sinônimo de “parada para olhar para si mesma”. Vinda de uma bem-sucedida carreira no jornalismo, a pernambucana Ju, 45 anos, oferece apoio a mulheres que estão em situação de mudança, por necessidade ou por vontade, e podem estar se sentindo sem perspectiva – como um dia ela também se sentiu em seu processo de transição profissional.

O que nós, mulheres, queremos encontrar, afinal? “Cresceu a conscientização em relação a alguns temas, como a necessidade de encontrar um estilo de vida mais autêntico e compatível com a identidade pessoal feminina que está em plena transformação para todas nós”, diz Juliana. “A realidade nos provoca e incomoda enormemente! Os números do feminicídio não podem mais ser ignorados. As diferenças no tratamento corporativo entre oportunidades para homens e para mulheres também não. A necessidade de encontrar caminhos para conciliar os muitos papéis femininos é urgente, da mesma forma como é importante aprender que os nossos desejos particulares têm valor. A mulher brasileira está mais desperta.”

Formada pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), com MBA em Recursos Humanos pela Fundação Instituto de Administração (FIA/SP) e especialização em Gestão da Inovação pelo IBMEC, ela cursou o ICI – Integrated Coaching Institute. Casada, mãe de dois meninos e também dando os primeiros passos no empreendedorismo além do coaching, Ju De Mari nos concedeu a entrevista a seguir.

Você foi diretora de redação de uma revista que abordava gestão de pessoas, comportamentos no ambiente profissional, e de uma das principais marcas de revistas femininas do mundo. Como essas experiências influenciaram, ou até direcionaram, para seu trabalho como coach de mulheres hoje?
As duas experiências foram fundamentais para a minha compreensão do que estava apta a fazer, depois que decidi não ser mais jornalista. Elas me deram um repertório de conhecimentos e competências que têm sido muito útil na minha transição de carreira. Na VOCÊ S/A fiquei por mais de uma década e tive a oportunidade de acompanhar as rápidas mudanças pelas quais o mercado de trabalho passou, no mundo e no Brasil, inclusive para as mulheres, com uma crescente discussão sobre como gerar oportunidades compatíveis com a qualificação e o desejo delas – e um descompasso prático enorme no ambiente corporativo ainda. Na COSMO, tive a chance de lidar muito de perto com os dilemas femininos mais íntimos e que vão muito além da necessidade de conciliação com a identidade profissional.

Em que momento você entendeu que ser coach era o caminho que você deveria começar a trilhar?
De verdade, só compreendi isso no momento em que decidi investigar de forma prática algum caminho – no caso quando fui fazer a formação em coaching pelo ICI, em São Paulo, em 2016. Foi sentada em sala de aula, diante da apresentação do coaching como técnica e ferramenta de autodesenvolvimento, que pude fazer a relação com o meu próprio processo de transformação e, então, entender que eu poderia migrar para essa atividade e apoiar outras mulheres, utilizando os saberes que eu já tinha, além do novo aprendizado, nesse processo. Transição não é voltar ao zero na história profissional, como muita gente pensa. A gente adapta o que já sabe para usar em um novo contexto. E eu já sabia um bocado sobre pessoas.

Por que ser coach só de mulheres?
Porque eu queria oferecer apoio a quem está em situação de mudança, por necessidade ou por vontade, e pode estar se sentindo sem recursos e sem perspectiva, como eu me senti durante algum tempo no meu processo. Fato é que as mulheres ainda não têm acesso a tantas redes de apoio, pessoal e profissional, que as impulsione da mesma forma e na mesma velocidade que os homens têm. De alguma forma, com a PROSA, acredito que estou contribuindo para ajudar a criar esse espaço de uma maneira muito afetuosa e muito prática.

Quem é sua coachee?
A maior parte das mulheres que me procura está na faixa dos 30/45 anos, tem uma boa experiência profissional e está trabalhando no momento.

E o que essa mulher que procura você busca? Quais são suas principais dores e sentimentos em relação a elas e ao mundo em que estão inseridas?
A maior parte vem com a demanda de resolver alguma inquietação profissional, ou porque quer sair da empresa onde está ou porque percebeu que quer mudar completamente a área/forma de atuação. Quando investigamos mais profundamente, acabamos esbarrando em outras demandas importantes, como a necessidade de abrir espaço para o autocuidado e a construção de limites saudáveis nos relacionamentos, ou seja, gestão do tempo e da integridade pessoal.

Quais os principais medos?
Medo de não ser capaz de realizar a mudança que deseja é o medo número um, mesmo antes de começar a tentar! Outro medo recorrente é o de não estar pronta, como se não houvesse a possibilidade de se preparar.

O que elas sabem que realmente querem? Ou que definitivamente não querem mais?
Sabem que querem mais espaço para cuidar delas e sabem que querem um trabalho que viabilize essa condição. No fundo, a maioria está em busca de um novo estilo de vida, não só de um novo trabalho ou uma nova carreira. Elas não querem mais, definitivamente, se colocar como a última prioridade da lista do quem têm pra fazer.

Há padrões que chegam dispostas a quebrar?
A maior parte das mulheres que me procura chega com um nível de prontidão muito bom, dispostas a realmente refletir e agir no que for necessário para habilitá-las a encontrar maior satisfação na vida. Algumas vão mais rápido nesse processo, outras mais lentamente. Mas, quando a inquietação bate e começa a ter efeitos na sensação de “produtividade” e de autenticidade, a tendência é haver maior predisposição a experimentar fazer as coisas de um jeito diferente.

Você nota diferenças nos interesses femininos de quando editava a Cosmo e hoje? Quem é a mulher brasileira de 2018?
Tenho observado que, de lá pra cá, cresceu a conscientização em relação a alguns temas, como a necessidade de encontrar um estilo de vida mais autêntico e compatível com a identidade pessoal feminina que está em plena transformação para todas nós e também a de desenvolver a assertividade para escolher trabalhos, pessoas e experiências mais saudáveis e favoráveis com o tipo de sensação que desejam cultivar na vida. As mulheres estão mais inquietas que nunca. A realidade nos provoca e incomoda enormemente, afinal! Os números do feminicídio não podem mais ser ignorados. As diferenças no tratamento corporativo entre oportunidades para homens e para mulheres também não. A necessidade de encontrar caminhos para conciliar os muitos papéis femininos é urgente, da mesma forma como é importante aprender que os nossos desejos particulares têm valor. Acho que a mulher brasileira de 2018 está mais desperta.

A mulher que chega está mais consciente de direitos?
Sim, em geral, as mulheres que me procuram têm consciência dos seus direitos, embora, muitas vezes, não se sintam capazes de acioná-los. Coisas simples como colocar para fora o que pensam e querem em determinadas situações podem demandar esforço direcionado a atitudes que precisam ser compreendidas, reforçadas e praticadas e o coaching ajuda muito nesse processo de desenvolvimento.

Ela apenas sabe desses direitos ou consegue de fato colocá-los em prática, reivindicá-los, torná-los realidade em seu cotidiano?
Acredito que as mulheres estão em um momento de entender como sair da discussão teórica dos direitos para a prática cotidiana deles. Não é fácil, mas é possível e pode ser mais simples, começa com a clareza em relação ao que elas querem em suas relações, em seus contratos, em suas experiências de vida, no geral. O que fica na nossa vida é o que a gente tolera, no final das contas. Ser capaz de se apropriar desse lugar de autorresponsabilidade emocional e prático com a vida é muito importante.

Como o coaching ajuda as mulheres nesse encontro com elas mesmas?
Basicamente, fazendo perguntas que levam a reflexões em relação ao que elas estão dispostas a fazer para se tornar quem elas sentem que precisam nesse momento. É uma provocação amiga, digamos, que coloca a mulher no lugar de especialista da própria vida e que a ajuda a encontrar recursos que já estão à disposição e que ela não está percebendo ou usando como poderia para alcançar o que deseja. Também é um processo que clareia e organiza os pensamentos dela a respeito dela mesma e das suas circunstâncias e possibilidades e isso permite encontrar soluções criativas e simples para questões que, às vezes, parecem muito complexas porque são percebidas de um lugar onde a mulher não se sente nem com escolhas nem com a responsabilidade possível pelo que poderia ser feito para resolver as coisas.

Muitas ainda se mostram machistas, competitivas? Ou já entendem que vale mais a pena investir na sororidade?
Acredito que estamos, todas, aprendendo a praticar a sororidade, a compaixão e a construção de redes de apoio baseadas num processo de troca com menos julgamentos em relação às experiências umas das outras. As mulheres que chegam até a PROSA estão num momento de reflexão intenso sobre tudo isso e estão abertas a buscar novas formas de se relacionar com elas mesmas e com o mundo. Mas, o pano de fundo, em geral, é de uma educação machista, de relacionamentos amorosos machistas, de culturas corporativas machistas, sim, que acabam tendo um impacto na visão que elas têm de si próprias e de suas possibilidades.

Para ajudá-las, você também se inspira na sua própria história, que foi de jornalista super bem-sucedida a um recomeço com algo totalmente novo, que exigia uma nova formação?
Sim, a minha história de transição de carreira, e consequente estilo de vida, me inspira porque eu sei o tanto de “embatucação” que a gente sente antes de se permitir fazer alguma coisa para testar novos caminhos. Eu fui jornalista durante mais de 20 anos, numa carreira que considero muito feliz. Mas era hora de fechar um ciclo e o coaching só foi compreendido por mim como um caminho depois de muitas noites de reflexão e inquietação. Transição de carreira é angustiante, não é fácil, porque é um processo de reconstrução de identidade. Pode ser mais simples quando a gente encontra apoio emocional e prático, que pode vir por meio de redes de apoio na internet ou presenciais, terapias, coaching, processos de mentoria e etc. A PROSA é a minha forma de ser útil a outras mulheres que, como eu, precisam seguir em frente e não sabem muito bem como fazer isso.

Como foi o processo para decidir por essa mudança?
De muita inquietação, mas bastante realista. Eu observei as mudanças que estavam ocorrendo no mercado de trabalho para jornalistas tanto quanto as mudanças que estavam ocorrendo na minha compreensão sobre as coisas que realmente gostava de fazer e que gostaria de manter e expandir a essa altura da minha trajetória profissional, depois dos 40, quando senti a necessidade de remodelar também meu modo de viver. Ou seja, a forma como eu estava passando pelos dias, só correndo, sem tempo para quase nada além de passar horas dentro de uma redação, estava me sufocando como pessoa. Eu queria conciliar melhor minhas tantas outras necessidades pessoais e meus interesses diversos com a necessidade de ter um trabalho e uma renda dignos e que continuassem me estimulando tanto quanto o jornalismo estimulou até então.

Além da Prosa Coaching, que tem 2 anos, você criou também recentemente uma papelaria afetiva com sua irmã e uma consultoria de storytelling com seu marido. O que são e como surgiram essas ideias?
As duas ideias nasceram como possibilidade de exercitar habilidades novas para mim. Elas são protótipos que resolvemos experimentar também pra testar nossa criatividade e novas oportunidades de negócio. As duas nasceram pequenas, sem grandes pretensões, mas com um potencial significativo para crescerem. A papelaria afetiva era um sonho de criança e virou protótipo quando juntei a minha vontade executiva ao talento pra desenhar da minha irmã. Nasceu a Lótus Papelaria Afetiva, que está temporariamente suspensa porque não conseguimos viabilizar o tempo que nós duas tínhamos pra investir nesse projeto paralelamente às nossas atividades principais. Devemos retomar a Lótus com uma pop up no final do ano, já que nossos caderninhos e bloquinhos com frases e desenhos exclusivos e muito afetuosos fizeram enorme sucesso! Já a Texturas, um serviço de escrita para simplificar a vida de quem precisa escrever, mas não sabe como passar a mensagem de forma correta e atrativa, também é um protótipo que eu e meu marido, o jornalista Maurício Oliveira, estamos remodelando depois do teste da realidade e que deve voltar em breve com um ajuste de posicionamento. Nosso público-alvo são pequenos empreendedores e profissionais autônomos que precisam contar ao mundo o que fazem, mas não se sentem à vontade para colocar isso em palavras.

E como é trabalhar com a família? Quais as vantagens e desvantagens, e também cuidados para a relação?
Como eram dois protótipos, não houve a pressão do “tem que dar certo”, embora as duas ideias tenham sido bem-sucedidas no lançamento. Portanto, houve muito respeito e realismo na hora de avaliar o ritmo que podíamos colocar nos dois testes e o que as ideias estavam demandando para realmente ir pra frente, caso fosse o nosso desejo. Até agora, foi uma experiência mais legal do que traumática (risos).

Imaginava que um dia seria empreendedora?
Era uma vontade que eu não sabia direito que eu tinha, mas que faz sentido com a minha personalidade e o meu gosto pela autonomia na forma de fazer as coisas.

Como se preparou ou tem se preparado para essa faceta empreendedora?
A verdade é que não me preparei para ser empreendedora! Fui executiva durante muitos anos e tive contato com meu lado gestora e líder. Agora preciso ser líder de mim mesma – e não me falta entusiasmo para isso. Mas, às vezes, me faltam algumas noções financeiras, principalmente. Estou encarando esse momento como a possibilidade de testar minhas capacidades e me desenvolver como posso, buscando apoios onde preciso, sem me achar incompetente ou maluca. Eu nunca fui empreendedora antes: há o tempo do aprendizado e ele precisa ser construído e respeitado. Se não a ansiedade pode destruir a melhor das ideias e a melhor das intenções de negócio.

Das mulheres que chegam até você, quantas estão pensando em empreender ou já empreendem?
Quase todas as mulheres com quem tenho conversado levantam a possibilidade de investir em uma atividade empreendedora, seja algo mais tradicional, como uma franquia, seja algo na linha de um serviço autônomo, como uma entrega de flores ou uma hospedagem para cachorros. Quase nenhuma delas, no entanto, já foi investigar o que poderia ser essa atividade na prática. As ideias estão em um campo bem teórico ainda. Há medo de trocar a segurança de um emprego tradicional, embora infeliz, pela presumida instabilidade da vida empreendedora/autônoma. Mas elas estão observando as possibilidades e querendo falar sobre isso, e isso já é um primeiro passo importante para que possam refletir sobre valores relacionados ao trabalho.

Empreendedorismo feminino, empoderamento feminino, feminismos… Qual a força de todos esses movimentos na sociedade em geral? Quais serão os resultados?
Acredito que a força fundamental desses movimentos todos está em dar voz aos desejos e direitos das mulheres como legítimos que são. Espero que haja cada vez mais mulheres dispostas a se engajar, em primeiro lugar, com a ressignificação da própria história de vida para encontrar um “lugar” onde haja maior autenticidade e maior bem-estar, social, econômico e afetivo. Como consequência dessa conscientização uma a uma e do sentimento tão forte que é ter coragem de se valorizar, há de haver um aumento da sororidade e da oferta de redes de apoio genuinamente compassivas, abertas e práticas. O tom de toda essa nossa movimentação feminina, por necessidade de se contrapor a um contexto extremamente desigual, tem sido muito combativo, há muito tempo, inclusive entre as próprias mulheres, já que nossas experiências de vida são variadas e o grau de conscientização também. Espero que possamos caminhar para uma conexão mais afetuosa e, ainda assim, atuante, porque cansa estar sempre nessa toada guerreira, mesmo quando estamos entre mulheres.

O que as mulheres que se interessarem podem encontrar na Prosa Coaching?
Minha base para atendimentos presenciais é São Paulo, mas eu trabalho também, bastante, com atendimentos on-line, com a mesma efetividade nos dois casos. Ofereço três tipos de conversa de coaching diferentes, em relação à duração e profundidade dos processos. Percebi que há mulheres que precisam apenas de uma boa organizada, mas já estão em um nível de prontidão bacana para agir rumo a seus objetivos. Há outras, no entanto, que se beneficiam enormemente de um processo mais demorado, de descoberta de vontades, recursos e possibilidades práticas, com acompanhamento semanal. E há aquelas que precisam mesmo é de um coaching-mentoring sincero para, finalmente, modelarem uma ideia ou uma decisão. Ou seja, quem me procura na PROSA porque está incomodada pode esperar encontrar apoio afetuoso e prático para resolver o que precisa, seja lá qual for a transição que está realizando.

E quais são os planos futuros tanto para a Prosa quanto para seus demais negócios, e também para a Ju?
Este tem sido um ano de levar a minha PROSA para o contato presencial com mulheres de outros estados, como Salvador, Recife e Florianópolis e até de outro país, Portugal, onde participei de um talk no Rock In Rio Innovation Week. Tem sido também um ano para investigar e estruturar melhor a minha forma de compreender e aplicar o coaching e de encontrar o meu jeito de me posicionar em um mercado que tem muitos profissionais qualificados – e muita confusão de conceitos também! Nesse quesito, meu lado jornalista e meu gosto pelas palavras me ajudam porque consegui desenvolver uma conversa gostosa, franca e útil com minhas seguidoras no Instagram, onde ofereço conteúdo diariamente, pequenas pílulas para motivar reflexão e ação em quem está buscando transformação. Eu sou uma jornalista que virou coach para mulheres e me sinto muito realizada nessa transição que me deu mais liberdade para atuar da forma como realmente faz sentido pra mim e me conectou a algo que eu faço com naturalidade desde sempre: me interessar pelo desenvolvimento de outras pessoas.

Sempre ainda há muito a estudar?
Sim! Olho pra essa minha nova história com humildade, porque estou só começando e há um tanto a estudar, aprofundar, conhecer e desenvolver, ao mesmo tempo em que sinto uma enorme alegria em perceber que tudo isso é só o começo! Estou começando, aliás, a aprofundar meus estudos em relação ao coaching de assertividade, relacionado à prática de limites e como usá-los de forma positiva. Espero poder apoiar muitas mulheres que se sentem sem coragem (ou sem força) para se posicionar e/ou dizer não a situações e pessoas que as invadem, seja por algo decorrente de mal-entendidos compreensíveis entre seres humanos imperfeitos, mas que machucam e não são toleráveis, sejam abusos ou invasões realmente mais sérias. Esse é um aprendizado que eu sinto que todas nós, em maior ou menor grau, precisamos nos dispor a fazer se queremos mesmo desenvolver a autorresponsabilidade para sair do lugar de vítima, que culturalmente nos é imposto, e passar a protagonistas legítimas da nossa história.

Três livros que Juliana recomenda:

Mindset, de Carol Dweck
O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe
Coaching de Carreira, livro-caixinha da própria Ju, lançado pela editora Matrix, com 100 perguntas para gerar reflexão sobre a vida profissional de forma simples, direta e divertida

Para saber mais:
@prosa_coaching (Instagram)
www.prosacoaching.com

*Crédito da imagem: Thais Bittar

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